quinta-feira, 29 de março de 2012

capturar jacaré- pensa que é fácil

captura jacaré em frente à residência no Laranjal

Diário Popular

Acordar às 2h30min e encontrar um jacaré em frente ao portão de casa certamente é algo inusitado. Pois este fato ocorreu ontem com o estudante de Economia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Eduardo Mauch Palmeira, que reside há sete anos na avenida Rio Grande do Sul, próximo ao trevo de acesso aos balneários Santo Antônio e Valverde.
Em um primeiro momento, conta o estudante, os latidos dos quatro cães - um deles da raça rottweiler - despertaram a curiosidade da família, devido à insistência e ao barulho na grade do portão. "Levantei e fui ver o que estava acontecendo. Fiquei espantado com o que encontrei: um jacaré na minha casa", observa ele.

LAÇAR - Para evitar a fuga do animal, Palmeira fez um laço em uma corda e a atirou para fora do portão. No momento exato laçou o jacaré, que aos poucos foi ficando calmo. Enquanto isto, outros familiares prenderam os cães para evitar mais barulho e não assustar o réptil.
"Esta é uma história para contar aos meus netos e foi registrada com fotos", conta o estudante. A 7ª Companhia Ambiental da Brigada Militar foi acionada e em poucos minutos chegou ao local. Uma equipe do Corpo de Bombeiros também acompanhou os policiais.

diariopopular.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

Dicionário chucro... é de colar na parede

O sotaque mais xucro, grosso e assustador de todo o universo conhecido.......(e do desconhecido também) é o nosso, oriundo do gaúcho bravio, meio italianado. Esse dicionário é quase perfeito, especialmente para quem não é 'nativo' deste chão!!!
E pra quem não sabe falar com a gente então manda  o dicionário abaixo:

Alemoa: loura
Atorá: cortar
Atucanado: ocupado, atarefado
Baita: grande
Bem Capaz: jamais, negação enfatizada
Cagar a pau: bater
Camassada de pau: apanhar
Campiá: procurar
Capaz: verdade?
Chumaço: conjunto de alguma coisa
Cóça de laço : apanhar
Crêendios pai: exclamação quando algo dá errado
De revesgueio: de um tal jeito
Fincá: cravar
Garrão: calcanhar
Incebando: enrolando, fazendo cera
Ingrupi: enganar
Ínôzá: amarrar (já viu palavra com todas as sílabas com acento?)
Intertê: fazer passar o tempo com algo
Inticá: provocar
Invaretado: nervoso
Japona: jaqueta de lã ou de nylon
Jóssa: coisa
Judiá: mal tratar
Kakedo: pessoas que não valem nada
Malinducado: mal educado
Paiêro: fumo de palha
Pânca: modo de se portar, por exemplo: panca de motoqueiro
(jeito de motoqueiro)
Pare, home do céu: parar, o mesmo que 'se par de bobo' e
'deusolivre home'.
Pardal: radar fixo
Pestiado: com alguma doença
Pexada: acidente
Podá: ultrapassar, ou cortar, o mesmo que podá
Pozá: dormir em algum lugar
Rancho: compra do mês
Relampejando: trovejando
Resbalão: escorregar
Sinalêra: semáforo
Táio: corte
Tchuco: bêbado
Trupicá: tropeçar
Tri atucanado: muito ocupado
Tunda de laço : apanhar
Vortiada: passeio
Ximia: doce de passar no pão
Exemplo de aplicação:
Agora manda esse e-mail para intertê os teus amigos, aproveita enquanto teu chefe foi dá uma vortiada... Não sei como ele não vê que mesmo intuiado de trabalho você ficaincebando o dia inteiro... Pare de campiá desculpa, fica falando que tá pestiado e ainda consegue ingrupi o coitado do chefe... Mas vai logo, antes que ele volte e fiqueinvaretado de te ver pescociando... Pare de se bostiá,home do céu, não seja malinducado e manda essa jóssade uma vez...
 MAS BAH TCHÊ.....especial de primeira...Buenacho..  TRI LEGAL, né!!!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Todos querem GANHAR com as Ações, mas cuidado!!

Há uma história que ilustra bem o que aconteceu no mercado de ações. 
Chama-se “Os Burros e o Mercado”: 
“Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos burros na região, os aldeões iniciaram a caçada. 
O homem comprou centenas de burros a R$10,00 e, como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro. 
Todos, novamente foram à caça, mas os burros foram escasseando e os aldeões desistiram da busca. 
A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros tornou-se tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00. 
Como precisava viajar deixou seu assistente cuidando dos negócios. Na ausência do homem, o assistente propôs aos aldeões: - Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada. 
Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece e ganham uma boa bolada. 
Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do assistente. 
Os dias se passaram e eles nunca mais viram nem o homem nem o seu assistente, somente burros por todos os lados”.

Bom, era isso por hoje.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Quantas Horas tem o Seu DIA

Bueno, essa é a pergunta que não quer calar.
tem gente que reclama muito, outros nem tanto, mas o que se escuta muito é
ta faltando horas no dia para que eu consiga fazer todas as coisas.
tem gente que quer trabalhar apenas 6 horas por dia, ou seja 30 por semana.
outros trabalham 40, outros 60 e outros fazem de conta.

bom vamos ter de pedir para algum deputado ou senador criar uma lei
que aumente as horas do dia

se vamos que vamos.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Começo das Aulas na FAABA

 No dia 12 de março tem o inicio das atividades  da Faculdade Anglo-Americano de Bagé - FAABA,
é chegou o momento de começar as aulas, com grandes expectativas.

Os cursos serão: Administração, Relações Internacionais,Comércio Exterior, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação, Recursos Humanos ,Marketing, Agronegócio, Sistemas para Internet, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Silvicultura.

A Faculdade Anglo-Americano de Bagé é uma instituição inovadora, moderna, preocupada com a qualidade acadêmica e será uma referência não só para Bagé e região, mas quem sabe para o estado do RS.

Parabéns ao Grupo e bem-vindos, bom trabalho e Sucesso.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Educação em Alta

Na data de hoje foi firmado convenio entre a Faculdade Anglo-Americano de Bagé - FAABA e a Prefeitura Municipal, o referido convenio permite que os funcionários do município e seus dependentes tenham desconto de 20% nas mensalidades.
Desta forma a FAABA e a Prefeitura demonstram o compromisso social com a educação e com o desenvolvimento não só da cidade, mas como o da região.
Parabéns por esta iniciativa.
Vale lembrar que quem ainda não fez o Vestibular tem de correr pois é no domingo dia 04-03 e as inscrições são GRATUITAS.

quinta-feira, 1 de março de 2012

“Nota mais alta não é educação melhor”

Diane Ravitch, ex-secretária-adjunta de Educação dos EUA
02 de agosto de 2010 por Simone Iwasso – O Estado de S.Paulo
Uma das principais defensoras da reforma educacional americana -baseada em metas, teste padronizados, responsabilização do professor pelo desempenho do aluno e fechamento de escolas mal avaliadas – mudou de ideia.
Após 20 anos defendendo um modelo que serviu de inspiração para outros países, entre eles o Brasil, Diane Ravitch diz que, em vez de melhorar a educação, o sistema em vigor nos Estados Unidos está formando apenas alunos treinados para fazer uma avaliação.
Secretária-adjunta de Educação e conselheira do secretário de Educação na administração de George Bush, Diane foi indicada pelo ex-presidente Bill Clinton para assumir o National Assessment Governing Board, instituto responsável pelos testes federais. Ajudou a implementar os programas No Child Left Behind e Accountability, que tinham como proposta usar práticas corporativas, baseadas em medição e mérito, para melhorar a educação.
Suas revisão de conceitos foi apresentada no livro The Death and Life of the Great American School System (a morte e a vida do grande sistema escolar americano), lançado no mês passado nos EUA. O livro, sem previsão de edição no Brasil, tem provocado intensos debates entre especialistas e gestores americanos. Leia entrevista concedida por Diane ao Estado.
Por que a senhora mudou de ideia sobre a reforma educacional americana?
Eu apoiei as avaliações, o sistema de accountability (responsabilização de professores e gestores pelo desempenho dos estudantes) e o programa de escolha por muitos anos, mas as evidências acumuladas nesse período sobre os efeitos de todas essas políticas me fizeram repensar. Não podia mais continuar apoiando essas abordagens. O ensino não melhorou e identificamos apenas muitas fraudes no processo.
Em sua opinião, o que deu errado com os programas No Child Left Behind e Accountability?
O No Child Left Behind não funcionou por muitos motivos. Primeiro, porque ele estabeleceu um objetivo utópico de ter 100% dos estudantes com proficiência até 2014. Qualquer professor poderia dizer que isso não aconteceria – e não aconteceu. Segundo, os Estados acabaram diminuindo suas exigências e rebaixando seus padrões para tentar atingir esse objetivo utópico. O terceiro ponto é que escolas estão sendo fechadas porque não atingiram a meta. Então, a legislação estava errada, porque apostou numa estratégia de avaliações e responsabilização, que levou a alguns tipos de trapaças, manobras para driblar o sistema e outros tipos de esforços duvidosos para alcançar um objetivo que jamais seria atingido.
Isso também levou a uma redução do currículo, associado a recompensas e punições em avaliações de habilidades básicas em leitura e matemática. No fim, essa mistura resultou numa lei ruim, porque pune escolas, diretores e professores que não atingem as pontuações mínimas.
Qual é o papel das avaliações na educação? Em que elas contribuem? Quais são as limitações?
Avaliações padronizadas dão uma fotografia instantânea do desempenho. Elas são úteis como informação, mas não devem ser usadas para recompensas e punições, porque, quando as metas são altas, educadores vão encontrar um jeito de aumentar artificialmente as pontuações. Muitos vão passar horas preparando seus alunos para responderem a esses testes, e os alunos não vão aprender os conteúdos exigidos nas disciplinas, eles vão apenas aprender a fazer essas avaliações. Testes devem ser usados com sabedoria, apenas para dar um retrato da educação, para dar uma informação. Qualquer medição fica corrompida quando se envolvem outras coisas num teste.

Na sua avaliação, professores também devem ser avaliados?
Professores devem ser testados quando ingressam na carreira, para o gestor saber se ele tem as habilidades e os conhecimentos necessários para ensinar o que deverá ensinar. Eles também devem ser periodicamente avaliados por seus supervisores para garantir que estão fazendo seu trabalho.
E o que ajudaria a melhorar a qualidade dos professores?
Isso depende do tipo de professor. Escolas precisam de administradores experientes, que sejam professores também, mais qualificados. Esses profissionais devem ajudar professores com mais dificuldades.
Com base nos resultados da política educacional americana, o que realmente ajuda a melhorar a educação?
As melhores escolas têm alunos que nasceram em famílias que apoiam e estimulam a educação. Isso já ajuda muito a escola e o estudante. Toda escola precisa de um currículo muito sólido, bastante definido, em todas as disciplinas ensinadas, leitura, matemática, ciências, história, artes. Sem essa ênfase em um currículo básico e bem estruturado, todo o resto vai se resumir a desenvolver habilidades para realizar testes. Qualquer ênfase exagerada em processos de responsabilização é danosa para a educação. Isso leva apenas a um esforço grande em ensinar a responder testes, a diminuir as exigências e outras maneiras de melhorar a nota dos estudantes sem, necessariamente, melhorar a educação.
O que se pode aprender da reforma educacional americana?
A reforma americana continua na direção errada. A administração do presidente Obama continua aceitando a abordagem punitiva que começamos no governo Bush. Privatizações de escolas afetam negativamente o sistema público de ensino, com poucos avanços de maneira geral. E a responsabilização dos professores está sendo usada de maneira a destruí-los.
Quais são os conceitos que devem ser mantidos e quais devem ser revistos?
A lição mais importante que podemos tirar do que foi feito nos Estados Unidos é que o foco deve ser sempre em melhorar a educação e não simplesmente aumentar as pontuações nas provas de avaliação. Ficou claro para nós que elas não são necessariamente a mesma coisa. Precisamos de jovens que estudaram história, ciência, geografia, matemática, leitura, mas o que estamos formando é uma geração que aprendeu a responder testes de múltipla escolha. Para ter uma boa educação, precisamos saber o que é uma boa educação. E é muito mais que saber fazer uma prova. Precisamos nos preocupar com as necessidades dos estudantes, para que eles aproveitem a educação.
QUEM É
É pesquisadora de educação da Universidade de Nova York. Autora de vários livros sobre sistemas educacionais, foi secretária-adjunta de Educação e conselheira do secretário de Educação entre 1991 e 1993, durante o governo de George Bush. Foi indicada pelo ex-presidente Bill Clinton para o National Assessment Governing Board, órgão responsável pela aplicação dos testes educacionais americanos.

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